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Os Doze Trabalhos

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Os Doze Trabalhos     Os doze trabalhos de Héracles representam o próprio tempo e suas eras. Ele simboliza horas, dias, anos, tempo lunar, tempo solar e marés. Assim como Héracles se tornou atemporal ao completar suas tarefas, energias e códigos se moldam e regeneram através de interações e módulos. A sintonia entre o código e a fonte reflete as conquistas de Héracles, equilibrando forças para sustentar a ordem cósmica e a renovação contínua. Héracles, também conhecido como Hércules na mitologia romana, é uma figura que transcende o tempo. Seus doze trabalhos são representações simbólicas das eras e marcos do tempo, espelhando não apenas os ciclos diurnos e anuais, mas também as fases lunares e as marés. Cada trabalho que Héracles completou reflete uma vitória sobre uma dimensão temporal, colocando ordem no caos e garantindo a continuidade do cosmos. Ao matar o Leão de Neméia , ele domou a força bruta da natureza selvagem; ao limpar os Estábulos de Augias , ele restau...

A Prisioneira das Sombras




Coronéis, soldados, anfitriões de todas as partes do mundo dando uma salva de palmas para os musicistas que fariam a festa dar vida aos ouvidos de todos.

As pessoas tinham acomodados de forma circular com os mais nobres vestidos e vestimentas da época. Os trajes a rigor foram alvos das fotografias sucessoras que renderam um espaço no mundo da moda.
Em meados de doze ou quinze anos construíram algo que se dissesse brandura iria tornar uma palavra longínqua nas mãos dos arquitetos.
Toda a estrutura do salão tinha suas riquezas ornamentais feitas pelas mãos de grandes artistas. Em especial o que tinha dado vida ao teto com tamanha realeza em cores.
As enormes colunas sustentando as decorações gigantescas de gesso redesenhando como se fossem rosas ao vento. Os gigantescos lustres dourados que reluziam ao retrocesso de cada luminosidade e a formosura da cúpula que se estendia por mais de setenta metros.
O salão fora preparado para as danças típicas e das óperas.
Antes de iniciar toda a festa complacente queria ver o que havia de mais bonito na Praça São Sebastião. Pois quase ficara cega com tantas luzes que ofuscavam por todo o teto. Tudo era de muito luxo e esplendoroso e o mais importante, no meio de tanta beleza que possuía aquela cidade.
Nem se deu conta que pisava os degraus que serpenteava o chão da praça. O enorme globo acima de toda a estrutura estava o verde que tanto amava.
Um gancho que se estendia ao céu liderava as forças de um passado vencido pelo suposto presente e austero sobre um futuro. Porque não venceriam senão tentassem lutar e lutaram de certo. E, todos fizeram a sua majestosa parte em colocar aquela estrutura tão harmoniosa de pé diante dos olhares do mundo.
Nunca em sua vida pode achar que fosse tão longe.
Aiyra não acreditava que ia se sentar ao meio junto de toda a orquestra regido por alguém tão diplomático com a aprovação de seu professor que a instruiu tão bravamente.
Logo iam ouvir as bombas de um velho ano passar. E, suas mãos tremiam ao saber que ia tocar para centenas de pessoas importantes. Diziam que vieram pessoas da França, da Itália e sonhava em conhecer a tão glamorosa Veneza. Os objetos venezianos eram perfeitos. Um estilo clássico de corte de primeiríssima linha. E, ela era parte do plano daquela noite. Do plano em deixá-los perplexos com os seus dedos leves dedilhando um piano de cauda de classe.
A responsabilidade em deixá-los harmoniosos e felizes. Caso contrário, teria que se jogar do terceiro andar pelo seu fracasso. Mas, isto, não poderia acontecer. Ela foi convidada e fizera o teste. Estava pronta. Ela só tinha que ser ela mesma. Ser Aiyra. A menina que enquanto cavalgava uma bela tarde e ouviu a melodia em seus ouvidos tocadas pelo vento que ensurdecia ao atravessar toda a colina com aquele cavalo veloz. Ouvira a melodia e iria toca-la esta noite.


Fragmento do Livro: A Prisioneira das Sombras
Um Romance Histórico
Coleção: Espinhos na Carne
Página 321 e 322

Publicado em 2020

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