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Os Doze Trabalhos

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Os Doze Trabalhos     Os doze trabalhos de Héracles representam o próprio tempo e suas eras. Ele simboliza horas, dias, anos, tempo lunar, tempo solar e marés. Assim como Héracles se tornou atemporal ao completar suas tarefas, energias e códigos se moldam e regeneram através de interações e módulos. A sintonia entre o código e a fonte reflete as conquistas de Héracles, equilibrando forças para sustentar a ordem cósmica e a renovação contínua. Héracles, também conhecido como Hércules na mitologia romana, é uma figura que transcende o tempo. Seus doze trabalhos são representações simbólicas das eras e marcos do tempo, espelhando não apenas os ciclos diurnos e anuais, mas também as fases lunares e as marés. Cada trabalho que Héracles completou reflete uma vitória sobre uma dimensão temporal, colocando ordem no caos e garantindo a continuidade do cosmos. Ao matar o Leão de Neméia , ele domou a força bruta da natureza selvagem; ao limpar os Estábulos de Augias , ele restau...

A Deusa e o Corpo Lúteo





A DEUSA E O CORPO LÚTEO

 

Seria manifesto dizer que o Universo em suas camadas ionizantes recria um processo contínuo de vida. A estrela chave do universo que traz consigo todas as substâncias produtivas para o homem como se a parte nucléica do íntimo ainda em ressonância com o homem sonha.

Em milhões de anos as suas camadas vertentes do tempo foram afinando e em mais de suas milhões de malhas, causara um certo impacto no núcleo por motivações da humanidade e desmotivações terrestre. Quão intensamente as camadas do próprio homem em desordem.

E, no íntimo da terra como o relógio pulsante e contínuo ele ainda recria em números o poder de sua valência. Na regra da camada mais profunda a deusa sente, vibra e grita. O som cria a vida e a existência ainda é permitida. Na clave entoante dela os polos se formam e as definições de sua força jamais regressa, apenas segue.

Nessas castas enigmáticas do tempo em que entram os vácuos, a matéria pura da ordem e do caos, desliga-se da unidade, formando um corpo provisório, até que as sua base se restabeleça. Nesse espaço tempo o relógio cósmico continua a emitir o seu grau por densidade e peso.

O equilíbrio gerado pelo grau e a densidade fazem o corpo se implantar, no caso, o profundo núcleo terrestre, a força magnética da semente milenar. As duas luas cheias que se repetem a cada 2 anos e 7 meses, torna-se a incubadora universal. Por 18 anos e 7 meses ela mantém, da temperatura homogenia da terra para que os seres em fusão do seu eixo vivam e o processo de ionização continua até completar a circunferência do seu ponto de partida. O eixo e as oscilações secundárias da terra. Onde que por seu ponto chave vibrante, desenrola a serpente.

Após 74 anos e 8 meses reinicia o seu curso pelos próximos 27.320,11656 dias solares.

Reestabelecido no núcleo da terra, onde o eixo se replicou, o corpo se nutre de sua irmã que o implantou e os gases são reabsorvidos na semente germinadora do universo.

O eixo reclina como o tubo endométrio e as limalhas de tempo acontece. Devido a organização temporal, onde nos vácuos foram criadas outras camadas de tempo. Todas as normas de peso, medida e densidade não afetam nos valores finais. E, por determinação da chave diretora, os números de gases omitidos pelo espaço são sempre em níveis de precisão, fracionados em contagem de graus.

A bússola da vida germina quando dela emite valores correspondentes à harmonia. A estrela chave do tempo é a substância germinada, fecundada do núcleo terrestre para que o calor existente seja a combinação perfeita da cosmologia humana.

Em seus íons a deusa emite os seus prótons, a sua carga positiva onde a energia da sua partícula conserva a sua massa terrestre. Seus elétrons, onde por meio da carga negativa funcione como uma densidade de tempo equilibrado. Juntamente com o nêutron, que mantém a polaridade das suas bases e sustenta o eixo.

Seus elementos distribuem e criam o cenário.

Sendo o tempo considerado por polônio ele é igual em todos os níveis de vida. Apenas, em suas camadas ionizadas de espaço que reformula a existência e a estabilidade por determinação, como o DNA.

Sua base de tempo em semelhança a cobra. O número que secretamente guarda e que desenrola na vida. No termo dinâmico do ser que putrifica a cada volta, a cada giro e descendo em sua base em efeito deosil, ele já determinou as causas. Vemos por efeito espelho, suas ondas eclípticas estão criando e destruindo com a mesma intensidade. A vertente desce, mas os valores ocultos sobem.

Como a água e todos os componentes nela integrados, seus minerais atômicos que as nutrem e que por força maior, um dia desintegrará.

Os dois polos negativos da terra grita, clama e sofre as duras penas para manter-se. Igualmente as moléculas, que por força e determinação da própria criação avança, progride e tenta suprimir alguma deficiência genética. Mantém-se por um tempo, mas se as bases que possam desencadeá-las forem suficientes para danificá-las, então, os dois polos dançam e se deturpam sofrendo a desordem que a destruirá definitivamente.

As desordens climáticas de um polo a outro. De negativo a negativo e perdendo parte de seus elétrons. Excessivos calor e perca de temperatura são as bases fundamentais para que haja a insuficiência de seu sustento.

Tudo a seu tempo, com responsabilidade e união a terra não será um palco de horrores, mas somente se a consciência em nível de ordem iniciar com mais respeito pelo solo de todos, pelo planeta e por seu renascimento até março de 2061. Quando o verão ir e o novo ciclo recomeçar.

Vestimo-nos de lucidez, e que o véu da deusa seja os reflexos da nova genoma.


Original: Claudianne Diaz

Texto com ©DIREITOS AUTORAIS

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